Trago clareza
para produtos digitais
complexos.
Product Designer com mais de 15 anos de experiência. Mais recentemente, Lead Product Designer na OpenSport, um produto de performance esportiva nativo de IA para times de elite.

A forma
do trabalho
Meu trabalho sempre viveu em algum lugar entre estratégia, design e implementação. Costumo me sentir atraída pelos momentos em que um produto ainda está confuso — o problema é complexo, a informação está bagunçada, a jornada do usuário precisa de estrutura, ou o time precisa de um jeito mais claro de avançar.
É aí que eu me sinto mais útil. Transformando ambiguidade em algo que as pessoas possam entender, testar, construir e melhorar.
Trabalho com UX, craft de UI, pensamento sistêmico e implementação com a mão na massa. Gosto de ficar perto da engenharia, porque é ali que as ideias viram produto de verdade. Para mim, design não é só criar telas — é dar forma à experiência por trás delas.
O caminho
até aqui
Comecei em design visual, branding e sites — uma base em craft e comunicação. Depois cofundei a Flama, um estúdio de design no Brasil que funcionou por mais de uma década. Essa experiência moldou o jeito como trabalho hoje. Aprendi a escutar com atenção, entender o contexto de negócio, transitar entre a visão geral e a execução detalhada, e desenhar soluções que não são só bonitas, mas úteis e realistas.
Com os anos, fui mais fundo em product design — onboarding, dashboards, sistemas, fluxos, experiências mobile, arquitetura de informação.
Mais recentemente, meu foco são produtos orientados a IA e densos em dados. Na OpenSport, desenho experiências para times de performance esportiva, ajudando a transformar dados complexos de atletas, GPS e performance em interfaces claras que técnicos, analistas e staff conseguem usar em momentos reais de decisão. Esse tipo de trabalho exige cuidado, porque o produto precisa parecer confiável, rápido e fácil de entender.
Como eu
trabalho
Eu prefiro prototipar cedo. Quando algo está ambíguo, prefiro construir um protótipo clicável a escrever mais um documento — o time reage a uma tela de verdade e a gente anda mais rápido.
Alguns problemas são embolados demais para desenhar direto. Para esses, junto o time numa sala. Facilitei workshops de Design Sprint com grupos multidisciplinares na Nexur e na Impulso — para escopar novas features e repensar as existentes, e dar a produto, engenharia e marketing um jeito mais claro de avançar juntos.
Trabalho com a mão no HTML, CSS e Tailwind, e uso código assistido por IA (Claude Code, Cursor) na camada de React e TypeScript. Eu direciono o trabalho, reviso cada diff e subo o PR.
Sou transparente sobre o que está pronto e o que ainda está pendente. Prefiro sinalizar um problema cedo a surpreender as pessoas depois.
Também construo minhas próprias ferramentas para as coisas que faço duas vezes — utilitários de design, uma pequena biblioteca de pesquisa, padrões de prompt, alguns apps pessoais para o que quero aprender ou acompanhar. Construir a ferramenta costuma me ensinar algo que o trabalho em si não ensinaria. O mais completo deles é a Parléa, um treinador de fala em francês que desenhei e construí de ponta a ponta: marca, design system, superfícies de fala com IA e o front-end.
Princípios
Sou influenciada pelo Princípios do Ray Dalio (princípios como filtros práticos de decisão, não valores abstratos), pelo estoicismo (foco no que posso controlar: a qualidade do meu pensamento, o cuidado que trago, como respondo) e pelo minimalismo (menos não é o objetivo — remover o que distrai do que importa, sim).
Clareza antes de esperteza
Tornar as coisas mais fáceis de entender, não mais difíceis de explicar. O melhor design costuma parecer óbvio depois que funciona.
Foco no que dá para controlar
A qualidade do meu pensamento, como enquadro o problema, com que honestidade me comunico, quanto cuidado coloco no trabalho.
Remover o que não serve ao usuário
Simplicidade é sobre propósito, não vazio. Um produto pode ser rico e ainda assim claro.
Deixe a realidade ensinar o trabalho
Protótipos, rascunhos e interfaces brutas ensinam mais que longas discussões. A visibilidade é como ideias abstratas viram produtos reais.
Opiniões fortes, mente aberta
Um ponto de vista claro é útil — mas só se puder evoluir quando o produto, os usuários ou o time precisarem de algo melhor.
Craft é cuidado
O cuidado por trás de hierarquia, espaçamento, linguagem, interação, ritmo e consistência. Como um produto conquista confiança nos pequenos momentos.
Construir sistemas, não só telas
Uma boa decisão deveria ajudar mais de um momento. Desenhe para a próxima pessoa que vai construir em cima disso.
Simplicidade sem tirar profundidade
Organize a complexidade para que as pessoas entendam, confiem e ajam — sem tornar tudo raso.
Fique perto do trabalho
O design fica mais forte quando entende restrições, implementação, comportamento, casos extremos e uso real.
Mantenha o aprendizado perto da prática
Curiosidade importa mais quando melhora o trabalho. Aprender é parte do craft, não algo à parte.
O que
me move
Fluxos complexos. Experiências mobile-first. Interfaces de IA que precisam parecer confiáveis além de espertas. Clareza no onboarding e no primeiro uso. Dashboards que ajudam as pessoas a decidir, não só a olhar números. Narrativa de produto. Design systems que ajudam a próxima pessoa a andar mais rápido.
Me importo com craft de UI — mas não de um jeito decorativo. Para mim, boa UI é uma forma de clareza. A hierarquia, o espaçamento, a linguagem, a interação e o ritmo visual certos ajudam as pessoas a entender o que importa mais rápido. Reduz atrito, cria confiança e faz um produto complexo parecer mais humano.
Vamos
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